segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Nosso agradecimento!


Um MUITO OBRIGADO aos participantes do grupo focal, sem vocês esse trabalho não poderia ser realizado. A contribuição de cada um foi muito importante. As  experiências e o bom humor de vocês tornou nosso trabalho muito prazeroso. Obrigado!





Celular trapalha as relações??

Quem assistiu Fantástico domingo passado (23/09/2012) deve ter visto uma pesquisa feita pela revista americana Time sobre o celular na vida à dois. A pesquisa quis saber se o celular atrapalhava as relações amorosas e os resultados confirmaram que 45% dos brasileiros acham que o celular encomoda e muito! Porém somente 21% dos entrevistados que usam celular rotineiramente disseram ter planejado uma traição pelo celular (kkkk...talvez não se lembrou que cutucou a/o "ex" milhares de vezes sem resposta, mas se tivesse sido correspondido esse numero subiria exorbitantemente).
Gnt, mas quem não se irrita com uma pessoas que vive grudada no celular? É muito desconfortável estar do lado de alguém portando um celular que vibra o tempo todo...e às vezes nem é assunto importante! Você acaba se sentindo sozinho e só é percebido quando ninguém dos 700 amigos do Facebook, do Twiitter, ou do Whatsapp querem falar com respectivo "companheiro (a)".

Uma outra pesquisa realizada pela universidade de Brunel, em Londres, sugere que um terço das pessoas que romperam relacionamentos afetivos usam o Facebook para "vigiar" os ex-parceiros. Tal comportamento, dizem os pesquisadores, geralmente atrapalha na superação do fim da relação. De acordo com a  pesquisadora Tara Marshall "seguir o ex só atrapalha''.

Concordo plenamente que seguir velhos amores faz mal. Querendo ou não você sempre vai dar uma olhadinha no perfil do "ex" pra saber se a vida dele tá sendo mais feliz que a sua, isso é inevitável! É como acompanhar de longe alguém que poderia ter vivido pra sempre ao seu lado, não acha?

E você,  também acha que a tecnologia atrapalha seu relacionamento?


sábado, 15 de setembro de 2012


Tampa à procura... 




Sabe aquele famoso dito: "Toda panela tem a sua tampa...!"  Hoje já ouço: " Não tenho tampa nasci frigideira...!"   Vivemos o auge da liberdade entre as relações e por isso  existe uma tampa pra cada panela e ainda as que não querem ser tampadas!  O que quero dizer com isso? Que pode ser que se queira experimentar várias tampas até achar a que se encaixe melhor, de preferência uma bem conservada, viver a procura da tampa ideal, ou ainda ser frigideira por opção e muitas outras! O fato é que cada um é um ser complexo e diferente e que tem a liberdade de manter a relação que quiser! Tá na teoria é fácil, mas uma coisa aprendi, quanto menos se complica e se espera, mais fácil viver e quem sabe encontrar a tampa sonhada!  



Esse assunto pede uma musiquinha brega não? rsrsrsrssr 

sexta-feira, 14 de setembro de 2012


Desculpa gente, mas não consegui perder a 'piadinha'! Qlqr coisa podem me xingar! kkkkkkkk

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

 
CASAMENTO É COISA DO PASSADO?

Imagine como seria a reação das pessoas há 100 anos atrás caso uma mulher jovem dissesse que não iria se casar? Ou que iria viver uma união consensual com seu namorado? Com certeza muita gente cairia pra trás e diria que você estaria ficando louca. Seus pais com certeza te deserdariam.

Mas os tempos mudaram, as relações de afeto acompanharam as idéias feministas, a evolução tecnológica e as tendências. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em apenas 23 anos a taxa de divórcio cresceu 200%, tá igual que as vendas do Xbox no Brasil (kkk). Pelo Censo, Rio de Janeiro, Mato Grosso e Distrito Federal são os Estados onde há mais divórcios no país: 4,1%, 4,1% e 4,2%. Sim, BRASÍLIA é o estado onde mais as pessoas se divorciam talvez porque todo mundo é advogado e por isso os casais não precisam gastar com honorários (kkkk). Porém, o mesmo instituto observou que o número de casamentos no Brasil cresceu 25%, entre 2003 e 2009 como se isso fizesse alguma diferença perto dos 200% de aumento dos divórcios.

 Mas o que importa mesmo é que tem muita gente por aí que quer casar, mesmo que o casamento dure menos que a sua conta no Twitter! As mulheres casam em média aos 26 anos e os homens aos 29. Sim, esta é aquela idade quando todo mundo, até seu cachorro pergunta se você não vai se casar. Não que eles queiram que você seja feliz, mas por que ninguém mais agüenta seus posts depressivos no Facebook (kkkkk)!

Portanto, querendo ou não, somos levados pela inércia da sociedade. Basta escolher pra onde deixaremos nos levar, cultivar nossas escolhas e ser feliz, seja casados, enrolados, amontoados, solteiros ou acompanhados.

 Fonte:

segunda-feira, 10 de setembro de 2012


Casais liberais

O que para uns parece ser impossível, para outros o relacionamento aberto é a melhor forma de encontrar a felicidade nos dias de hoje. Os parceiros tem a liberdade de se relacionarem com outras pessoas sem ataques de ciúmes e todo aquele drama. Explicando através da biologia, as mulheres teriam mais aversão a este tipo de relacionamento, pois são mais seletivas que os homens. Porém, o fisiologista de comportamento da Unifesp, Ricardo Monezzi diz que mesmo com o fator biológico a vontade de variar existe.

Para muitos este tipo de relação funciona, mas é preciso seguir algumas regras básicas. A principal é que não devem existir segredos entre o casal sobre seus outros parceiros sendo a sinceridade primordial. É preciso muito diálogo e um acordo que satisfaça as duas partes. Os dois precisam sentir-se confortáveis e saber mostrar para o seu parceiro (a) que a fonte de seu afeto sempre continuará sendo ele (a). Ou seja, a fidelidade dá lugar à lealdade.

A final de contas, ninguém é posse de ninguém, se você está com aquela pessoa é porque escolheu estar e foi escolhida também. O importante é que o casal tenha a liberdade para decidir junto como querem que seu relacionamento funcione, sempre com muito respeito.

Neste vídeo podemos ver um exemplo deste tipo de relação: 

http://tvg.globo.com/programas/na-moral/videos/t/o-programa/v/amor-livre-programa-mostra-dois-casais-que-vivem-longe-do-ciumes/2082484/

domingo, 9 de setembro de 2012


           “É impossível ser feliz sozinho?” 

            Começo com um verso famoso de Tom Jobim: “É impossível ser feliz sozinho?”.  É fato, que muitos dos solteiros já se fizeram essa pergunta. Certamente, a maioria deles responderia concordando com tal questão, dizendo: “sim, é impossível ser feliz sozinho”, mas há quem pense diferente, tem pessoas que querem mesmo ser solteiras e que são felizes com tal condição, estes são os conhecidos “solteiros por opção”.
            Mas esse termo “solteiro por opção”, ainda soa estranho aos ouvidos de quem acredita que o casamento é um caminho necessário para a felicidade.  Estes acham que o motivo da tal “solteirice” não é questão de opção, e sim decorrente de algum desses motivos: ou é gay  , ou é muito seletivo,  ou não gosta de compromisso, ou é encalhado (a) mesmo.
            Assim, os solteiros por opção são frequentemente questionados a respeito do motivo da sua solteirice e, além disso, são pressionados por algumas dessas perguntas: “E quando você ficar velho, quem vai cuidar de você?”, “Você não quer ter filhos?”, “Você não se sente só?”, “Você é feliz assim?”.
            Para mostrar o ponto de vista de quem defende a vida de solteiro, mostro trechos de uma entrevista do médico psiquiatra Flávio GiKovate para a revista Veja:

Veja - O senhor diria para a maioria das pessoas que o casamento pode não ser uma boa decisão na vida? 
Gikovate - Sim. As pessoas que estão casadas e são felizes são uma minoria. Com base nos atendimentos que faço e nas pessoas que conheço, não passam de 5%. A imensa maioria é a dos mal casados. São indivíduos que se envolveram em uma trama nada evolutiva e pouco saudável. Vivem relacionamentos possessivos em que não há confiança recíproca nem sinceridade. Por algum tempo depois do casamento, consideram-se felizes e bem casados porque ganham filhos e se estabelecem profissionalmente. Porém, lá entre sete e dez anos de casamento, eles terão de se deparar com a realidade e tomar uma decisão drástica, que normalmente é a separação.

Veja - Ficar sozinho é melhor, então?
Gikovate - Há muitos solteiros felizes. Levam uma vida serena e sem conflitos. Quando sentem uma sensação de desamparo, aquele "vazio no estômago" por estarem sozinhos, resolvem a questão sem ajuda. Mantêm-se ocupados, cultivam bons amigos, lêem um bom livro, vão ao cinema. Com um pouco de paciência e treino, driblam a solidão e se dedicam às tarefas que mais gostam. Os solteiros que não estão bem são geralmente os que ainda sonham com um amor romântico. Ainda possuem a idéia de que uma pessoa precisa de outra para se completar. Pensam, como Vinicius de Moraes, que "é impossível ser feliz sozinho". Isso caducou. Daí, vivem tristes e deprimidos.

Veja - Que conselhos você daria para um jovem que acaba de começar na vida amorosa? 
Gikovate - É preciso que o jovem entenda que o amor romântico, apesar de aparecer o tempo todo nos filmes, romances e novelas, está com os dias contados. Esse amor, que nasceu no século XIX com a revolução industrial, tem um caráter muito possessivo. Segundo esse ideal, duas pessoas que se amam devem estar juntas em todos os seus momentos livres, o que é uma afronta à individualidade. O mundo mudou muito desde então. É só olhar como vivem as viúvas. Estão todas felizes da vida. Contudo, como muitos jovens ainda sonham com esse amor romântico, casam-se, separam-se e casam-se de novo, várias vezes, até aprender essa lição. Se é que aprendem. Se um jovem já tem a noção de não precisa se casar par ser feliz, ele pulará todas essas etapas que provocam sofrimento.

Veja - Com o fim do amor romântico, como fica o sexo? 
Gikovate - 
Um dos grandes problemas ligados à questão sentimental é justamente o de que o desejo sexual nem sempre acompanha a intimidade efetiva, aquela baseada em afinidade e companheirismo. É incrível como de vez em quando amor e sexo combinam, mas isso não ocorre com facilidade. Por outro lado, o sexo com um parceiro desconhecido, ou quase isso, é quase sempre muito pouco interessante. Quando acaba, as pessoas sentem um grande vazio. Não é algo que eu recomendaria. Hoje, as normas de comportamento são ditadas pela indústria pornográfica e se parece com um exercício físico. O sexo então tem mais compromisso com agressividade do que com amor e amizade. Jovens que têm amigos muito chegados e queridos dizem que transar com eles não tem nada a ver. Acham mais fácil transar com inimigos do que com o melhor amigo. Penso que, com o amadurecimento emocional, as pessoas tenderão a se abster desse tipo de prática.

E você, acha que é impossível ser feliz sozinho?