segunda-feira, 24 de setembro de 2012


Pesquisa revela o que os jovens do século XXI pensam sobre os relacionamentos modernos.

Um estudo realizado na Universidade de Brasília com jovens solteiros entre 18 e 25 anos teve o objetivo de obter as impressões e visões à cerca dos relacionamentos modernos. A pesquisa foi realizada através de grupo focal, que consiste em reunir algumas pessoas com características em comum os quais discutem à cerca de um assunto polêmico. Os resultados obtidos foram analisados de acordo com o que foi exposto pelos participantes bem como suas expressões. 

O grupo foi dividido em “liberais” e “conservadores” onde cada subgrupo foi composto por três mulheres e três homens. Para dividi-los foi utilizada uma entrevista de triagem. Observou-se a postura dos candidatos, a facilidade para discutir temas relacionados ao assunto e o perfil. Para ser selecionado, o candidato deveria ser desinibido, bem resolvido sexualmente, ter opinião própria sobre o assunto e responder a maioria das perguntas tendendo para um dos perfis (conservadores ou liberais).

Os escolhidos “liberais” deveriam discordar com os velhos preceitos de relacionamento (casamento, namoro sério, fidelidade) e aceitar as novas posturas (relacionamentos abertos, libertinagem, sexo durante o namoro). Já os “conservadores” deveriam cultuar os velhos relacionamentos (namoros sérios, casamento, fidelidade, sexo só depois do casamento) e não concordar com as novas posturas.

O debate foi composto por três tópicos: namoro, casamento e divórcio. Dentro do tópico namoro, foram discutidos “lugar ideal para encontrar um grande amor”, “como acontecem as conquistas amorosas” e “qual era a opinião sobre sexo durante o namoro”. No tópico casamento, questionou-se sobre a pretensão de se casar e se é necessário formalizar o matrimônio na igreja e no civil.  Por fim, discutiu-se sobre o divórcio, a volatilidades das relações e se tentariam manter o relacionamento mesmo em crise.

Quando os jovens foram perguntados sobre como ocorrem os namoros, todos falaram com muita propriedade. Para os liberais, qualquer lugar pode ser propício pra encontrar alguém, seja balada, bar, faculdade, encontro de amigos, shows, etc. Já os conservadores concordaram que “há lugares específicos para encontrar um grande amor”. Eles acham que as baladas e shows não proporcionam a chance de conhecer bem as pessoas. Ao final, o grupo concordou que existem lugares específicos para encontrar o tipo de perfil que esteja procurando “[...] você tem que adequar o perfil pretendido às suas necessidades e procurar o que pretende [...]”.

Em um segundo momento, os participantes foram questionados sobre como ocorrem as conquistas. Inicialmente as mulheres liberais e as conservadoras concordaram que deveriam ser tratadas de forma diferente pelos homens “[...] a mulher deve ser tratada de forma diferente [...]”. Já os homens liberais disseram que a forma de conquistar difere de um ambiente para outro “[...] depende do lugar, analiso antes de me aproximar [...]”. Além disso, enfatizaram que apesar de gostar de conquistar uma mulher, acham que as mulheres deveriam dar mais abertura para isso “[...] às vezes eu curto mulheres que tem atitude [...]”. Por outro lado disseram que não gostam de mulheres muito “jogadas” “[...] se todo mundo pegou, eu não pego [...]”. Os conservadores acreditam que “[...] a conquista é um processo... não ocorre em um único momento [...]” e que “[...] a mulher é uma jóia preciosa e que deve ser conquistada [...]”. Todos concordaram que mulheres muito fáceis não são para ser levadas a serio “[...] sinto atração pelas “piriguetes”, mas não par namorar [...]”.

Quando foram perguntados sobre sexo no namoro, os participantes ficaram nitidamente incomodados. Os conservadores se sentiram mais à vontade para explanar suas posições. Na visão deles o sexo só deve ocorrer “[...] no ápice do relacionamento, por isso só depois do casamento, com uma única pessoa [...]”. Ainda enfatizaram que “[...] o sexo no namoro é pecado [...]”. Já os liberais defenderam a ideia de que o sexo faz parte das relações humanas e que é necessário para a escolha correta do parceiro “[...] e se você casa com uma pessoa... e essa pessoa não te satisfaz sexualmente? [...]”.

A pesquisa quis saber também quais são as perspectivas de cada grupo quanto ao casamento. Observou-se que todos, tanto os liberais e quanto os conservadores, pensam em constituir uma família “[...] procuro alguém pro resto da vida [...]”. Porém alguns liberais acham que é possível viver feliz com os irmãos e amigos “[...] as pessoas podem ser felizes com outras coisas... casamento não é garantia de felicidade pra ninguém [...]”. Quando foram perguntados sobre a necessidade de haver um contrato civil e religioso, os conservadores mantêm as ideias antigas e acham que o casamento é um rito de passagem e é necessário “[...] documento e aliança é uma conseqüência do amor, quem não aceita se casar, tem alguma coisa estranha [...]”. Já os liberais acham que não é necessário comprovar que ama alguém “[...] uma união estável também é um acordo [...]”.

Quando foram perguntados como reagiriam às crises de um futuro casamento, todos concordaram que as relações estão muito voláteis. Alguns liberais preferem “[...] jogar fora ao invés de consertar”, porém outros concordaram que “[...] depende do interesse do casamento, mesmo sem amor e sem paixão, ainda mantêm o companheirismo [...]”. Já os conservadores acham que o casamento tem suas dificuldades, mas que deve ser cultivado mesmo com todos os problemas que possam ocorrer.

Não houve diferenças ideológicas entre os homens e mulheres conservadores. Por terem uma visão religiosa bem definida compartilham as mesmas opiniões. Entre os liberais houveram muitas discordâncias. Algumas mulheres liberais são rigorosamente feministas e por isso repudiam qualquer "encantamento" idealizado pelos conservadores, outras ainda sonham ser tratadas de forma "diferente "e possivelmente constituir uma familia. Mas em geral são mulheres que valorizam o livre arbítrio e se posicionam quantos às suas posturas. Os homens liberais também foram um pouco contraditórios, alguns valorizam algumas velhos preceitos, mas outros gostam das novas posturas.

Portanto concluiu-se que os jovens solteiros da atualidade ainda mantêm alguns velhos preceitos em suas relações amorosas, porém vê-se claramente uma confusão ideológica entre os liberais. Os jovens conservadores, em geral, seguem regras bíblicas, já os liberais cultuam alguns velhos preceitos talvez por fazem parte da “ética” das relações ou por uma questão moral. 

Ficou claro que muita coisa mudou nestes últimos anos quando comparamos os namoros dos nossos pais aos nossos, mas alguns resquícios da velha "historia de amor" ainda existe o/ .Talvez porque podemos optar por uma postura ou outra , mesclar um pouco daqui e dalí, afinal nosso livre arbítrio está garantido!

Agora queremos saber de você, de que lado você está?



Nosso agradecimento!


Um MUITO OBRIGADO aos participantes do grupo focal, sem vocês esse trabalho não poderia ser realizado. A contribuição de cada um foi muito importante. As  experiências e o bom humor de vocês tornou nosso trabalho muito prazeroso. Obrigado!





Celular trapalha as relações??

Quem assistiu Fantástico domingo passado (23/09/2012) deve ter visto uma pesquisa feita pela revista americana Time sobre o celular na vida à dois. A pesquisa quis saber se o celular atrapalhava as relações amorosas e os resultados confirmaram que 45% dos brasileiros acham que o celular encomoda e muito! Porém somente 21% dos entrevistados que usam celular rotineiramente disseram ter planejado uma traição pelo celular (kkkk...talvez não se lembrou que cutucou a/o "ex" milhares de vezes sem resposta, mas se tivesse sido correspondido esse numero subiria exorbitantemente).
Gnt, mas quem não se irrita com uma pessoas que vive grudada no celular? É muito desconfortável estar do lado de alguém portando um celular que vibra o tempo todo...e às vezes nem é assunto importante! Você acaba se sentindo sozinho e só é percebido quando ninguém dos 700 amigos do Facebook, do Twiitter, ou do Whatsapp querem falar com respectivo "companheiro (a)".

Uma outra pesquisa realizada pela universidade de Brunel, em Londres, sugere que um terço das pessoas que romperam relacionamentos afetivos usam o Facebook para "vigiar" os ex-parceiros. Tal comportamento, dizem os pesquisadores, geralmente atrapalha na superação do fim da relação. De acordo com a  pesquisadora Tara Marshall "seguir o ex só atrapalha''.

Concordo plenamente que seguir velhos amores faz mal. Querendo ou não você sempre vai dar uma olhadinha no perfil do "ex" pra saber se a vida dele tá sendo mais feliz que a sua, isso é inevitável! É como acompanhar de longe alguém que poderia ter vivido pra sempre ao seu lado, não acha?

E você,  também acha que a tecnologia atrapalha seu relacionamento?


sábado, 15 de setembro de 2012


Tampa à procura... 




Sabe aquele famoso dito: "Toda panela tem a sua tampa...!"  Hoje já ouço: " Não tenho tampa nasci frigideira...!"   Vivemos o auge da liberdade entre as relações e por isso  existe uma tampa pra cada panela e ainda as que não querem ser tampadas!  O que quero dizer com isso? Que pode ser que se queira experimentar várias tampas até achar a que se encaixe melhor, de preferência uma bem conservada, viver a procura da tampa ideal, ou ainda ser frigideira por opção e muitas outras! O fato é que cada um é um ser complexo e diferente e que tem a liberdade de manter a relação que quiser! Tá na teoria é fácil, mas uma coisa aprendi, quanto menos se complica e se espera, mais fácil viver e quem sabe encontrar a tampa sonhada!  



Esse assunto pede uma musiquinha brega não? rsrsrsrssr 

sexta-feira, 14 de setembro de 2012


Desculpa gente, mas não consegui perder a 'piadinha'! Qlqr coisa podem me xingar! kkkkkkkk

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

 
CASAMENTO É COISA DO PASSADO?

Imagine como seria a reação das pessoas há 100 anos atrás caso uma mulher jovem dissesse que não iria se casar? Ou que iria viver uma união consensual com seu namorado? Com certeza muita gente cairia pra trás e diria que você estaria ficando louca. Seus pais com certeza te deserdariam.

Mas os tempos mudaram, as relações de afeto acompanharam as idéias feministas, a evolução tecnológica e as tendências. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em apenas 23 anos a taxa de divórcio cresceu 200%, tá igual que as vendas do Xbox no Brasil (kkk). Pelo Censo, Rio de Janeiro, Mato Grosso e Distrito Federal são os Estados onde há mais divórcios no país: 4,1%, 4,1% e 4,2%. Sim, BRASÍLIA é o estado onde mais as pessoas se divorciam talvez porque todo mundo é advogado e por isso os casais não precisam gastar com honorários (kkkk). Porém, o mesmo instituto observou que o número de casamentos no Brasil cresceu 25%, entre 2003 e 2009 como se isso fizesse alguma diferença perto dos 200% de aumento dos divórcios.

 Mas o que importa mesmo é que tem muita gente por aí que quer casar, mesmo que o casamento dure menos que a sua conta no Twitter! As mulheres casam em média aos 26 anos e os homens aos 29. Sim, esta é aquela idade quando todo mundo, até seu cachorro pergunta se você não vai se casar. Não que eles queiram que você seja feliz, mas por que ninguém mais agüenta seus posts depressivos no Facebook (kkkkk)!

Portanto, querendo ou não, somos levados pela inércia da sociedade. Basta escolher pra onde deixaremos nos levar, cultivar nossas escolhas e ser feliz, seja casados, enrolados, amontoados, solteiros ou acompanhados.

 Fonte:

segunda-feira, 10 de setembro de 2012


Casais liberais

O que para uns parece ser impossível, para outros o relacionamento aberto é a melhor forma de encontrar a felicidade nos dias de hoje. Os parceiros tem a liberdade de se relacionarem com outras pessoas sem ataques de ciúmes e todo aquele drama. Explicando através da biologia, as mulheres teriam mais aversão a este tipo de relacionamento, pois são mais seletivas que os homens. Porém, o fisiologista de comportamento da Unifesp, Ricardo Monezzi diz que mesmo com o fator biológico a vontade de variar existe.

Para muitos este tipo de relação funciona, mas é preciso seguir algumas regras básicas. A principal é que não devem existir segredos entre o casal sobre seus outros parceiros sendo a sinceridade primordial. É preciso muito diálogo e um acordo que satisfaça as duas partes. Os dois precisam sentir-se confortáveis e saber mostrar para o seu parceiro (a) que a fonte de seu afeto sempre continuará sendo ele (a). Ou seja, a fidelidade dá lugar à lealdade.

A final de contas, ninguém é posse de ninguém, se você está com aquela pessoa é porque escolheu estar e foi escolhida também. O importante é que o casal tenha a liberdade para decidir junto como querem que seu relacionamento funcione, sempre com muito respeito.

Neste vídeo podemos ver um exemplo deste tipo de relação: 

http://tvg.globo.com/programas/na-moral/videos/t/o-programa/v/amor-livre-programa-mostra-dois-casais-que-vivem-longe-do-ciumes/2082484/

domingo, 9 de setembro de 2012


           “É impossível ser feliz sozinho?” 

            Começo com um verso famoso de Tom Jobim: “É impossível ser feliz sozinho?”.  É fato, que muitos dos solteiros já se fizeram essa pergunta. Certamente, a maioria deles responderia concordando com tal questão, dizendo: “sim, é impossível ser feliz sozinho”, mas há quem pense diferente, tem pessoas que querem mesmo ser solteiras e que são felizes com tal condição, estes são os conhecidos “solteiros por opção”.
            Mas esse termo “solteiro por opção”, ainda soa estranho aos ouvidos de quem acredita que o casamento é um caminho necessário para a felicidade.  Estes acham que o motivo da tal “solteirice” não é questão de opção, e sim decorrente de algum desses motivos: ou é gay  , ou é muito seletivo,  ou não gosta de compromisso, ou é encalhado (a) mesmo.
            Assim, os solteiros por opção são frequentemente questionados a respeito do motivo da sua solteirice e, além disso, são pressionados por algumas dessas perguntas: “E quando você ficar velho, quem vai cuidar de você?”, “Você não quer ter filhos?”, “Você não se sente só?”, “Você é feliz assim?”.
            Para mostrar o ponto de vista de quem defende a vida de solteiro, mostro trechos de uma entrevista do médico psiquiatra Flávio GiKovate para a revista Veja:

Veja - O senhor diria para a maioria das pessoas que o casamento pode não ser uma boa decisão na vida? 
Gikovate - Sim. As pessoas que estão casadas e são felizes são uma minoria. Com base nos atendimentos que faço e nas pessoas que conheço, não passam de 5%. A imensa maioria é a dos mal casados. São indivíduos que se envolveram em uma trama nada evolutiva e pouco saudável. Vivem relacionamentos possessivos em que não há confiança recíproca nem sinceridade. Por algum tempo depois do casamento, consideram-se felizes e bem casados porque ganham filhos e se estabelecem profissionalmente. Porém, lá entre sete e dez anos de casamento, eles terão de se deparar com a realidade e tomar uma decisão drástica, que normalmente é a separação.

Veja - Ficar sozinho é melhor, então?
Gikovate - Há muitos solteiros felizes. Levam uma vida serena e sem conflitos. Quando sentem uma sensação de desamparo, aquele "vazio no estômago" por estarem sozinhos, resolvem a questão sem ajuda. Mantêm-se ocupados, cultivam bons amigos, lêem um bom livro, vão ao cinema. Com um pouco de paciência e treino, driblam a solidão e se dedicam às tarefas que mais gostam. Os solteiros que não estão bem são geralmente os que ainda sonham com um amor romântico. Ainda possuem a idéia de que uma pessoa precisa de outra para se completar. Pensam, como Vinicius de Moraes, que "é impossível ser feliz sozinho". Isso caducou. Daí, vivem tristes e deprimidos.

Veja - Que conselhos você daria para um jovem que acaba de começar na vida amorosa? 
Gikovate - É preciso que o jovem entenda que o amor romântico, apesar de aparecer o tempo todo nos filmes, romances e novelas, está com os dias contados. Esse amor, que nasceu no século XIX com a revolução industrial, tem um caráter muito possessivo. Segundo esse ideal, duas pessoas que se amam devem estar juntas em todos os seus momentos livres, o que é uma afronta à individualidade. O mundo mudou muito desde então. É só olhar como vivem as viúvas. Estão todas felizes da vida. Contudo, como muitos jovens ainda sonham com esse amor romântico, casam-se, separam-se e casam-se de novo, várias vezes, até aprender essa lição. Se é que aprendem. Se um jovem já tem a noção de não precisa se casar par ser feliz, ele pulará todas essas etapas que provocam sofrimento.

Veja - Com o fim do amor romântico, como fica o sexo? 
Gikovate - 
Um dos grandes problemas ligados à questão sentimental é justamente o de que o desejo sexual nem sempre acompanha a intimidade efetiva, aquela baseada em afinidade e companheirismo. É incrível como de vez em quando amor e sexo combinam, mas isso não ocorre com facilidade. Por outro lado, o sexo com um parceiro desconhecido, ou quase isso, é quase sempre muito pouco interessante. Quando acaba, as pessoas sentem um grande vazio. Não é algo que eu recomendaria. Hoje, as normas de comportamento são ditadas pela indústria pornográfica e se parece com um exercício físico. O sexo então tem mais compromisso com agressividade do que com amor e amizade. Jovens que têm amigos muito chegados e queridos dizem que transar com eles não tem nada a ver. Acham mais fácil transar com inimigos do que com o melhor amigo. Penso que, com o amadurecimento emocional, as pessoas tenderão a se abster desse tipo de prática.

E você, acha que é impossível ser feliz sozinho?

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Acreditar?

Momento muito peculiar, para não dizer estranho, é este em que estamos vivendo; especialmente no que se refere às relações afetivas e à disponibilidade de amar e deixar-se amar (Sim! Disponibilidade.).
Diante de um mundo novo, com novas concepções e afetos, há pessoas que, influenciadas por descrenças, desilusões próprias e alheias, pesquisas científicas ou não, ‘livros de relacionamento’ do tipo Homens são de Marte; Mulheres são de Vênus (GRAY, 1996), construíram muralhas que bloqueiam qualquer intervenção afetiva.

Nossas entrevistadas concordam que príncipe encantado já era. Mas mesmo depois de dispensar a armadura e o cavalo branco, elas confessam que continuam sonhando com uma imagem de homem ideal. (Revista NOVA)

Vamos ser sinceros: qual é a mulher que não acredita nisso? Creio que todas buscam a pessoa perfeita! E quem é perfeito? Se entrarmos em um relacionamento baseado em um sonho que é a idealização, o relacionamento está fadado a dar erro.
Quando nos apegamos às características negativas do outro e nos recusamos a vê-lo por inteiro, ou simplesmente somos influenciados por aquilo que já mencionei no 2º parágrafo, desculpe dizer, mas ‘ficaremos pra titio (a)’.

Digamos que até a Marisa (De mulher pra mulher, Mariiiiiiisa) 'pensa' nesses defeitinhos... ÓHHH, céus!


Eu não quero ficar pra titia! Você quer? Permita-se acreditar no outro.


ps: Quer ficar por dentro desse pseudo-Acreditar? Leia o que Luiz Cuschnir disse à Revista NOVA!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Está mudando...e aí, você aceita?

Hoje não é assim, mas houve tempos em que eu falava com minhas avós, tios, madrinha, etc.. e sempre rolava aqueeeela perguntinha:
“Me conta hein, cadê os namoradinhos?”
Aí toda sem graça costumava responder coisas do tipo:
“Ahhh, nem tenho” ou “beeeem capaz, to nova pra isso!” Huahauahuaah
Esses dias conversando com minha irmã, coisas nada a ver, entramos no papo de família e ela dispara, meio que simulando a pergunta mil vezes feita pelos inconvenientes familiares (rs)...
“Ta namorando 'fia'?
E aí tu responde:
“Não vó, só dando pra uns” kkkkkkkkkk
Ou ainda
“Cadê o namoradinho?”
“Não vó, sou lésbica!” hauhauaaha
E nisso a 'véia' morre! =x

Acontece que o mundo mudou, e os relacionamentos também.

Mais uma historinha...
Imagina um pai daqueles bem gauchão (do tipo que não come mel, chupa as abelhas) ao descobrir que o filho é gay (homossexual).
 - A situação:
O pai chega em casa e vai dá uma 'mijada' (ele é gauchão, por isso o ‘mijada’) e quem estava no banheiro?? O filho nas 'intimidades' com outro homem... ;P

Engana-se quem pensou que o pau quebrou naquele dia...

Sim, isso é possível nos dias de hoje. É possível porque a sociedade mudou, está mudando. 
Para os conservadores pode ser um choque, mas o que importa, a meu ver, é a felicidade de cada um, seja ela acompanhada de uma pessoa do mesmo sexo, acompanhada de váááárias pessoas (safadinhos), ou ainda desacompanhada!


ana karolina
Ana Karolina (Ágata de Avenida Brasil) e seus dois pais. 
Leia mais na reportagem aqui


Você também acha que deve ser apenas uma questão de felicidade ou acha que outros valores da nossa sociedade superam isso? 

Esse assunto ainda vai render bastante aqui no blog.....






quarta-feira, 5 de setembro de 2012


Bem vindo ao blog Foco nas Relações!!

Este blog tem como objetivo principal discutir assuntos relacionados à sexualidade e suas novas concepções. Mas será que os tempos mudaram mesmo? Será que aquela idéia dos tempos dos nossos avós, que eram organizada em uma lógica que priorizava o casamento como parte primordial para formação de vínculos políticos, financeiros e da sociedade não existe mais? Será que a emancipação feminina e a sua inserção no mercado de trabalho mudaram definitivamente os relacionamentos? Será mesmo que as pessoas estão se acostumando com as relações voláteis e divórcios?

Venha saber como estas transformações estão ocorrendo e o que a “nova geração” pensa disso!